30.03.2010 | Categoria: Cinema | Comente
Palavras a mais, palavras a menos, um termo aqui, outro ali… há muitas formas de se contar uma mesma história, ainda mais levando em consideração o formato, o meio e os interesses envolvidos. Este post tem como objetivo mostrar a mesma notÃcia sob duas óticas bem diferente: a do Relações Públicas e a do Jornalista, cada uma com suas peculiaridades de linguagem e interpretação dos fatos.
O fato em questão é a estréia brasileira de Alice no PaÃs das Maravilhas, que foi adiantada do dia 23 para o dia 21 de abril para coincidir com o feriado de Tiradentes. Notem como cada um dos textos se apega a detalhes do seu interesse: enquanto o assessor visa enaltecer a obra, o jornalista fez algumas ressalvas em relação ao hype excessivo em torno do filme.
O sucesso mundial Alice no PaÃs das Maravilhas chegará mais rápido à s telas brasileiras: a estreia do filme foi antecipada para o dia 21 de abril para coincidir com o feriado de Tiradentes.
Dirigido pelo excêntrico Tim Burton, o filme é uma adaptação do livro homônimo de Lewis Carroll cujo elenco conta com performances memoráveis de Johnny Depp e Helena Bonham-Carter.
Rodada em 3D, a pelÃcula já arrecadou mais de 660 milhões de dólares e promete encher os olhos dos fãs de magia, ação e aventura.
Fãs em contagem regressiva terão dois dias a menos de espera: a estreia brasileira de Alice no PaÃs das Maravilhas, prometida para o dia 23 de abril, foi antecipada para o dia 21 para coincidir com o feriado de Tiradentes.
Dirigida por Tim Burton, a fita brilha com as performances de Johnny Depp e Helena Bonham-Carter, obrigatórios nos longas do diretor. O filme ainda conta com Alan Rickman na voz da Lagarta e a novata Mia Wasikowska no papel de Alice.
Rodado em 3D e com efeitos surreais, o filme tem dividido a opinião dos crÃticos. Se por um lado a pelÃcula impressiona pela mise-en-scène, por outro o roteiro deixa a desejar, abandonando a psicodelia de Carroll e substituindo-a por elementos de ação e aventura bastante desgastados.
As crÃticas negativas, porém, parecem não ter abalado a recepção do filme: até agora, a adaptação arrecadou mais de 660 milhões de dólares. No Brasil, o filme será exibido em mais de 600 salas, o que mostra o otimismo dos distribuidores em relação ao público.